Experimentem, degustem, divirtam-se!

Experimentem, degustem, divirtam-se!
Conheçam livros de ficção e fantasia com tempero nacional: Agridoce, Cítrico e Paganus.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Sorteio de: A Batalha dos Deuses! =)

Olá!!
Alguém por aqui quer ganhar um exemplar da antologia: A Batalha dos Deuses. ?
Tem um conto meu por lá, ele se chama: O Carvalho e o Visco
O sorteio será realizado no dia 21 de Março, o Mabon, Equinócio do Outono aqui no hemisfério Sul.
Para participar, basta comentar esse post!
Beijos e boa sorte!!

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Nova capa de Agridoce!! =)

Olá queridos!!
Aqui está a nova capa do AGRIDOCE.
Deixem sua opinião! Ela é muito importante para mim! =)
Beijos!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

E Agridoce está de volta! =)

Oi gente!!
Como vocês sabem, meu livro Agridoce está de volta! =)
Eu selecionei trechos que algumas resenhas que fizeram dele. Vejam se dá vontade de ler!
Ela tem o poder de descrever em pouquíssimas linhas tudo o que precisamos saber sobre elas e não abre mão de nos colocar a par de toda a gama sinestésica que é “Agridoce” – um título, por si só, imerso no sensorial, gustativo, impactante.
O sobrenatural na obra de Simone é tão perturbador que chego a pensar que nasceu com sua linguagem. O real e o imaginário, partes de um mesmo universo, siameses, inseparáveis, confundindo-se e confundindo-nos a ponto de nos fazer questionar sobre o que seja “realidade”. Não digo isso pelo enredo, pelo alto grau de criatividade, mas por sua ficção sempre tocando as bordas do real.
Levantar questionamentos , arremessá-lo em nossa cara é o que me atrai na escrita de Simone. A recriação de um mito como o vampirismo sempre causa incômodo, revolve pilares antigos, repletos de deuses que não se deixam bulir. É preciso coragem, loucura, paixão e sobretudo talento. Simone, de maneira sublime, inventa novas vertentes em vieses inovadores, construindo um universo rico, complexo e cheio de possibilidades.
Portadores, antagonistas, escravos, tutores, contaminados, anarquistas, mensageiros, interligando-se em meio a paixões próprias de meros mortais nos traga como um ciclone.
(Rodolfo Euflazino (skoob)
O segundo melhor livro de vampiros que li em 2010 (o primeiro ficou para "A Hora do Vampiro" de Stephen King) e uma das maiores surpresas do ano para mim. Simone Marques tem MUITO talento.
"Agridoce" me surpreendeu muuuuuuito. E fiquei super animado e orgulhoso de ver como a literatura nacional é tão criativa e cheia de qualidade como essa atual. Com toda certeza "Agridoce" merece entrar para as listas de livros mais vendidos do país, pois, qualidade, criatividade, ritmo, comercialidade e acima de tudo, originalidade, a obra tem de sobra.
Recomendo a TODOS que gostam de ler, independente de sua idade ou gênero literário preferido. (Rusbis – Skoob)
Estou em êxtase pelo que foi Agridoce nesses últimos dias. A trama esquentou durante todos os seus curtos capítulos (Que me deixaram irritado em um certo ponto), fiquei completamente viciado por Anya, Daniel, Dante, Léo, Edgar, Ivan e Rafael. Eles não me deixavam parar de ler sua história, que a cada vez ficava melhor e me prendia à próxima linha. (Matheus Goulart – Skoob)
Tudo em Agridoce convida a descoberta dos desejos, ao explorar dos sentidos, é impossível negar seu apelo, resistir à sedução e ao encanto, envolvido em tenro sabor de chocolate. E não se surpreenda se, ao final, sentir-se também um “escravo”, totalmente entregue ao “portador” do Agridoce sabor de uma sedução. Tente resistir ao pecado da gula. Espero que não tenha sorte... (Gergette Silen – Skoob)
Intrigante, perturbador e comovente, “Agridoce” é simplesmente – ou não – recheado se suspense da primeira a última página. De suspense, terror, ação, aventura, mordidas, romance, tensão...
Os personagens são densos e repletos de carga emocional. Anya, Ivan, Daniel, Edgar, Rafael, Dante, Léo, Renato... Cada qual tem seus motivos para estarem ali, e cumprem seu papel de maneira perfeita, chegando, às vezes... Bem... Este livro mexeu comigo, sabe?
Primeiro porque – acho que este é um bom modo de colocar as coisas – “Agridoce” não segue uma linha divisória entre o bem e o mal, ou seja, todos aqui são mocinhos e são vilões. (blog: Ler, dormir, comer)
Esse livro nacional surpreendeu-me muito da primeira a última página. Já li diversos livros desse gênero, mas até o momento nenhum arrebatou-me de tal forma como Agridoce, porque foi uma leitura intensa, cheia de mistério, romance, terror, sempre presentes nos filmes, seriados médicos e investigativos, e livros nos quais estamos acostumadas a ler, mas junta todos esses ingredientes aliados ao sobrenatural como minha amiga Barbara, do In Death, sempre diz que livro de vampiro tem que ter os três "S" (sangue, suor e sexo) e a autora Simone O. Marques não deixou por menos ao abranger esses três ingredientes e muito mais nesse livro, o que acabou arrebatando-me e envolvendo-me de tal maneira na leitura, que fiquei ávida para saber o que iria acontecer no capítulo seguinte. Melhor ainda que a história não tinha nenhum clichê e é nacional! Fico muito feliz em saber que nossos escritores estão sobressaindo-se cada vez mais no meio literário e, quem agradece, somos nós leitores! (Blog: Sonho de Reflexão)
São 377 páginas de muita sensualidade e sabores distintos, que te conduzirão para longe de tudo que já conheceu. Uma linda criação da autora Simone O. Marques (Site: Forforks)
Um livro imperdível, com cenas que não sairão facilmente de sua imaginação. Preparem-se, leitores e leitoras... Vocês vão, literalmente, salivar, quando lerem "Agridoce". (blog: Romances Sobrenaturais)
Agridoce definitivamente não é “mais um” (...)Agridoce tem uma leitura excelente e é um livro de relação entre os personagens. A trama é como uma novela, no melhor sentido da palavra. Somos apresentados a personagens interessantes que têm tanta personalidade que quase ouvimos suas vozes e sotaques. A habilidade da autora em criar tipos diferentes é um dos pontos fortes da história, pois mesmo com uma quantidade relativamente grande de personagens, o leitor dificilmente esquece algum. Ler Agridoce é quase como assistir a uma boa série na TV que te prende a atenção e você fica desesperado para saber o que vai acontecer no próximo capítulo. Agridoce é uma excelente obra que com certeza irá agradar aos fãs fervorosos do gênero e também aos que pouco conhecem de vampiros. (Revista Fantástica)

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Blog Agridoce de volta. =)

Oi!!
O blog do livro Agridoce está novamente atualizado.
O livro Agridoce esteve no caixão por alguns meses, mas em Abril ele volta à vida e vem com tudo, com nova edição pela Editora Modo e cara nova!=)
Por isso quero convidá-los a visitarem o blog e degustarem alguns trechos do livro e também do próximo livro da série, Cítrico. =)
Apareçam!
http://livroagridoce.blogspot.com

Em abril!!

Olá queridos!! =)
Bem, vocês sabem como eu vivo lutando pelos meus livros, não é?
No momento tenho Paganus à venda nas livrarias virtuais (Cultura, Travessa, Singular e nos blogues das editoras Aped e Alcantis, parceiras nessa publicação.
Agora a novidade é que em Abril, durante a Odisséia de Literatura Fantástica em Porto Alegre (dias 27 e 28), terei dois livros meus em lançamento pela editora Modo! =)
Agridoce (com uma nova edição cuidadosa e caprichada), para aqueles que ficaram com água na boca e não puderam experimentar o sabor! =)
E o inédito Marina e os tesouros da Tribo de Dana - os deuses do mar. O livro ser lançado antes das Crônicas do Reino do Portal foi uma grande e agradável surpresa para mim! Para quem leu a saga Paganus e para quem não leu. Uma aventura fantástica no universo da mitologia celta.(em breve as capas)
(Estou ansiosa para que o experimentem!)
Beijos!!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Conto: Pagã

Olá!
Conheçam meu conto Pagã(que escrevi em 2008) e depois me digam se não ficaram com vontade de ler Paganus. =)
PAGÃ
A chuva ainda cai do lado de fora e eu só consigo imaginar minha horta. Meu pé de manjericão deve estar florido e perfumado, ele adora chuva! Mesmo aqui eu gosto de sentir o perfume da terra molhada e se pudesse iria dançar sob essa chuva de água doce...
Ainda não entendo, ainda não sei o que fiz para que me trancafiassem aqui. Busco na minha mente algo de ruim que tenha feito, mas não consigo me lembrar de nada! Lembro-me das manhãs que passava cuidando das minhas plantas, colhendo algumas folhas para os chás.
Lembro-me de gostar de me arrumar... só não gostava mesmo do aperto causado pelo espartilho, mas sempre foi um sacrifício bem recompensado, pois meu corpo ficava muito bonito e meu colo chamava a atenção dos homens.
Homens... sei que tive alguns, mas nunca fiz nada de errado, apenas os deixava felizes, coisa que não conseguiam com suas mulheres, muitas vezes...
Mulheres... estranhas essas minhas companheiras de gênero. Se desconfiavam que seus maridos estavam melhores na cama, era por que elas haviam conseguido a proeza,se os homens demonstrassem desinteresse, falta de apetite na cama, ou me culpavam ou me procuravam. Claro que não para que lhes desse dicas de como realmente agradá-los, mas para pedir alguma água de cheiro, que eu produzia com minhas plantas perfumadas, ou para que eu indicasse alguma infusão que as deixassem mais fogosas ou fizessem seus maridos as olharem com desejo e até com amor... Fui muito procurada por elas, as casadas.
As jovens solteiras sempre estavam atrás de mim querendo que lhes ajudasse a conquistar um rapaz, a se livrar de uma concorrente... e até a se livrar de um filho indesejado. Algumas queriam que eu preparasse algum chá que as fizesse ficar virgens novamente!
Eu ajudei a eles todos! E sempre fiz de bom coração e, na maioria das vezes, não recebi nada em troca. Às vezes ganhava uma galinha, um porquinho... mas isso era raro. Mas já ficava feliz de me deixarem em casa, cuidando das minhas plantas, andando descalça pela terra, falando com minhas árvores companheiras...
O mais interessante é que sempre gostei de crianças, mas elas dificilmente se aproximavam de mim. Eu sei que algumas faziam apostas entre si e então batiam na minha porta e saíam correndo. Eu então as ouvia ao longe dando gritos e rindo... deveria ser uma brincadeira bastante divertida... Algumas mães não deixavam que seus filhos olhassem para mim, embora eu tenha ajudado algumas delas a conseguirem engravidar... mas, tudo bem, eu sempre fiz de bom coração.
Agora, o pior de todos era o pastor...
Assim que ele chegou à aldeia se fez conhecer por todo mundo e eu não me interessei. Rapidamente ele construiu aquele prédio que se destacava das construções da minha aldeia. Ele falava alto, gesticulava bastante e empurrava todos para dentro daquele prédio que ele chamava de igreja...
Eu sempre soube o que era igreja, mas nunca me interessei por ela. Diziam que lá encontravam alguém que estava invisível, mas sempre presente... Então eu preferi ficar com aquilo que eu tinha: a natureza. Eu falava com ela e ela me respondia através das plantas, da chuva, do vento e do sol...
Quando me trouxeram para cá me disseram que era a vontade do Invisível... e eu tentei me comunicar com ele para saber o motivo... mas não obtive resposta. Meu carcereiro me ouviu tentando conversar com o Invisível e saiu correndo, voltando com o pastor que estava acompanhado da mulher...
Eu fiquei com pena dela, juro! Uma mulher nova com o corpo todo coberto, até os cabelos estavam cobertos por uma touca horrível! Eu até cheguei a pensar: Será que estou aqui porque não uso touca? Será que é porque uso meus cabelos soltos? E meu colo, que sempre achei lindo, está aparente? Cheguei até a, instintivamente, esconder meu colo com meu xale... talvez tentando ser solidária com aquela mulher...
O pastor me olhava como se estivesse diante de um estábulo ou um cercado com animais, ele parecia querer me farejar...e segurava um livro preto nas mãos.
Claro que eu já não tinha o perfume que gosto de usar depois de dias trancafiada e reconheço que não havia um cheiro bom em mim... Mas eu me lavava...
- Com quem conversava? – o pastor me perguntou com aquele olhar superior e eu custei a entender a pergunta. – A quem pedia ajuda? – ele insistiu.
Eu me levantei e fui até perto de onde ele estava com a mulher e eles deram um passo para trás como que se tivessem levado um choque com a minha aproximação...
- Queria saber por que estou aqui. – falei olhando-o nos olhos e consegui decifrar muito daquele homem...
Percebi que ele tinha outras mulheres e a mulher sabia. Pensei que era por isso que se escondia à sombra dele...
- Você é uma bruxa? – ele me perguntou e seus olhos passaram pelo meu colo. – Falava com o demônio?
Bruxa, demônio... eu nunca tinha ouvido isso antes e olhei sem compreender.
- Você faz bruxaria na sua casa? Faz feitiços para atrapalhar a vida de pessoas honestas? – ele me interrogava.
- Faço chás, infusões e perfumes... – eu respondi com toda a honestidade, pois era aquilo que eu fazia.
- E conversava com o demônio pedindo para que lhe tirasse daqui? – ele sorriu ironicamente.
- Falava com o Invisível, mas ele não respondeu, então não era uma conversa... – respondi com sinceridade.
- Invisível?! – ele arregalou os olhos. – Quem te ajuda, bruxa?
- Não é o invisível que você levou lá para a igreja? – eu ainda me permiti tentar explicar.
- Deus! Você chama Deus de invisível? – o rosto dele ficou vermelho. – Não acredita Nele? – a essa altura a mulher dele já me olhava como seu eu estivesse com lepra.
- Chame ele aqui... que eu converso! Eu nem sei como ele é! Com quem se parece? Não o vi na aldeia! – e eu realmente não o tinha visto ainda, por isso o chamava de Invisível.
- Herege! – o pastor falou cuspindo sobre mim, brandindo aquele livro preto diante de meu rosto e saiu pisando duro seguido pela mulher, que talvez fosse muda...
Mas ele voltou mais tarde... sozinho e pediu ao carcereiro que o deixasse ali comigo que iria tentar me fazer confessar e me converter...
- Bruxa! – ele me acusou antes de me agarrar dentro da cela e enfiando o rosto no meu colo que ele fitara poucas horas antes.
Eu percebi que ele era um homem como qualquer outro daquela vila e até senti pena, pois a mulher dele, com certeza tinha algum problema... Mas então, ele me bateu e me xingou e me usou...
Depois, como se tivesse cumprido uma missão especial, arrumou sua roupa preta no corpo e ajeitou os cabelos pretos escorridos, pegou o livro preto que deixara no chão e me encarou enquanto meu rosto sangrava e eu estava largada no chão.
- Não há salvação para você... Sua alma está perdida.
Dito isso, ele se virou e saiu batendo a porta da minha cela. Eu fiquei ali sem entender exatamente o que havia acontecido. Pouco depois, o carcereiro apareceu e entrou na minha cela. Ele não me explicou nada, apenas me jogou no chão e repetiu as lições do pastor, enquanto me chamava de bruxa...
Quando ele se satisfez, trancou a porta da cela e disse:
- Amanhã vai para a fogueira... peça ajuda ao demônio seu amigo! – ele riu.
Eu fiquei ali e chorei, eu não sabia quem era esse amigo que poderia me ajudar! Eu não tinha amigos na aldeia!
Agora eu vejo todo o povo da aldeia reunido em volta de um tronco de árvore cercado de lenha e palha... Minhas mãos estão amarradas diante do meu corpo, minha roupa, que foi rasgada pelo pastor e pelo carcereiro, me fazem parecer uma trouxa de roupas velhas. Meu cabelo, que eu cuidava com tanto carinho, está todo despenteado, cheio de palha e lama do chão da minha cela.
Passo olhando para aquelas pessoas que tantas vezes ajudei e muitas me xingam e me chamam de bruxa. Algumas mulheres não agüentam meu olhar e viram os rostos, mas estão todos ali, toda a aldeia está ali...
Mas meu pensamento está nas minhas plantas, nas minhas árvores... quem cuidará delas? Quem conversará com elas para que floresçam? Quem adubará a terra? E é essa tristeza que me consome.
Sei que não adiantará gritar. Isso só os deixaria mais animados...
Vou ser queimada porque me chamam de bruxa e ainda não sei se por causa dos chás ou dos perfumes ou por causa de minha lascívia...
Meu carcereiro, que sentiu o gosto do meu corpo, agora me puxa com violência e me leva para junto daquele tronco... ele me amarra e então eu sinto algo mágico!
A madeira da árvore recém-cortada está perfumada... assim como eu ela sabe que a morte é certa, mas está firme e me apóia, me reconforta e, então eu recosto nela minha cabeça em busca de consolá-la também... e naquele momento eu consigo sorrir. Sei que eu estarei com a natureza... poderei me juntar às plantas e à chuva... deixarei que o vento me sopre para onde desejar...
- Ela sorri! O demônio fala com ela! – eu ouço a voz do pastor que grita no meio do povo.
- Bruxa!! – é o eco das vozes em volta de mim.
Eu não mais os escuto, porque agora o vento veio acariciar meu rosto...
E finalmente eu sinto o sol... e ele nasce debaixo de meus pés e caminha sobre mim... ele é forte, poderoso e seu calor faz meu corpo arder... eu amo o sol...

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Banner de Marina e os tesouros da tribo da Dana

Olá!! Vejam o banner que a editora Modo criou para meu livro Marina e os tesouros da tribo de Dana - os deuses do mar.
Gostaram? =)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Na Editora Modo.

Olá!!
Os livros Marina e os tesouros da Tribo de Dana e Agridoce foram apresentados no blog da editora.
As capas ainda estão em elaboração pelos talentosíssimos capistas:
Marina Avilla (Marina e os Tesouros da Tribo de Dana - Os deuses do mar)
André Siqueira (Agridoce)
Passem lá no blog da editora e deixem um apoio à publicação de meus livros. =) http://modoeditora.blogspot.com/p/titulos.html Obrigada!!
E aguardem que em breve teremos as capas e belíssimas ilustrações de Pat Kovacs para Marina e os Tesouros da Tribo de Dana. =)
Beijos!!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Marina e os tesouros da Tribo de Dana.

Olá!!
Gente, as coisas acontecem de forma surpreendente, muitas vezes!
O livro Marina e os tesouros da Tribo de Dana foi escrito em 2008, mas eu o deixei guardado enquanto esperava a publicação dos livros da saga Paganus. Depois veio a publicação do Agridoce e a divulgação de Crônicas do Reino do Portal... e Marina e os tesouros ficou ali, esperando...
Quando resolvi enviá-lo para as editoras, confesso que o fiz sem alimentar muitas esperanças de que a publicação saísse logo, afinal estou com vários livros em fase de publicação e re-publicação.
Fiquei gratamente surpresa quando ele foi selecionado para uma publicação tradicional pela editora Modo.
Minha amiga Pat Kovacs está trabalhando em algumas gravuras que vão compor a obra. Eu espero que meus leitores apreciem essa história nascida da saga Paganus, mas que tem um tom juvenil e de aventura.
Em breve teremos a capa que será feita pela Marina Avilla.
Mas tem um brinde de Pat. =)
Conheçam a sinopse do livro e deixem sua opinião! =)
Marina tem 17 anos e vive numa fazenda na Chapada dos Veadeiros. Quatro anos atrás, ela foi a responsável por um grande cataclismo, que todos chamaram de Apocalipse. Ela é adorada por alguns como uma poderosa deusa celta e por outros é chamada de anticristo. Entretanto, o que ela realmente deseja é ser uma garota normal, mas descobrirá que, para alcançar a liberdade, terá que atravessar o véu que separa o mundo dos mortais do Outro Mundo celta...
Beijos!!

Prefácio que fiz para Regência de Ossos.

Olá!!
Confiram o prefácio que fiz para o livro Regência de Ossos de meu amigo escritor Marcelo Paschoalin.
Marcelo, obrigada pela oportunidade de conhecer sua obra antes de todo mundo!!! rsrs
O livro é um dos lançamentos da editora Modo, junto com Marina e os tesouros da Tribo de Dana e Agridoce. =)
http://letraimpressa.com.br/prefacio-regencia-de-ossos/ Beijos!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Novidades para 2012!!

Olá queridos!!
Novidades pra vocês! =)
A editora Modo vai publicar dois livros meus: Marina e os tesouros da Tribo de Dana - os deuses do mar e vai republicar Agridoce, que vinha precisando de uma chance mais concreta de entrar no mercado.
Confiram a lista de novas publicações da Modo para 2012.
http://modoeditora.blogspot.com/p/titulos.html

Promoções em fevereiro!

Olá queridos!!
O Mês de Fevereiro tem promoções!
- Aqui no blog, tem a promoção com o pocket Paixão no Inverno, e o sorteio será dia 14 (Dia de S. Valentim e dos namorados)
http://simoneomarques.blogspot.com/2012/01/promocao-paixao-no-inverno.html
- No blog da editora Alcantis, está acontecendo o sorteio de 1 livro por dia e tem Paganus sendo sorteado lá!
Participem! =)
http://alcantiseditora.blogspot.com/2012/01/promocao-folia-de-livros.html
Beijos!!